[Data indicativa: o festival acontecerá em abril de 2027, embora possivelmente em um fim de semana diferente]
Le Frisson qui vient é um festival promovido pela associação Le Cinéma qui vient, fundada em abril de 2026. A missão da associação é levar o cinema às áreas rurais e oferecer programação artística de alta qualidade a territórios com acesso limitado a experiências culturais.
Os princípios fundamentais do festival
— Apresentando novas vozes
Le Frisson qui vient é um festival voltado para descobertas. Buscamos primeiros longas-metragens, segundos filmes e trabalhos criados fora de circuitos estabelecidos — filmes que não preencham os requisitos “certos”. Inovação, ousadia e surpresa são nossos princípios orientadores.
— Reinventando o gênero
O cinema de gênero tem seus códigos. Estamos interessados naqueles que se atrevem a dobrá-los. O que importa para nós é o medo, como ele ainda não foi visto: emergir de uma moldura, de um som, de uma imagem ou do que não foi dito. Do tipo que se instala antes mesmo de qualquer coisa acontecer. Cada edição do Le Frisson qui vient é um laboratório — um mapeamento do que o gênero ainda pode inventar.
— Atmosfera sobre sangue
Não programamos filmes sangrentos. Essa não é uma postura moral, mas estética. O tipo de emoção que defendemos é construído por meio de atmosfera, tensão e ambigüidade. O medo mais duradouro, em nossa opinião, é aquele que o espectador constrói por si mesmo — em silêncio, entre duas cenas, em subtexto, no que permanece fora da tela.
— Fazer mais com menos
Alguns dos filmes mais importantes da história do terror foram feitos com recursos muito limitados: uma câmera portátil, uma floresta, uma noite. As restrições promovem a invenção, e a invenção pode produzir resultados notáveis. Nesse espírito, o Le Frisson qui vient concede a cada ano o Prêmio Found Footage, homenageando uma forma que transformou a limitação em sua própria linguagem.
— Mais do que um festival
Le Frisson qui vient é tanto uma experiência quanto um evento de exibição. O festival é concebido como um trabalho em si: personagens recorrentes aparecem, vozes emergem da escuridão, fragmentos de narrativa se acumulam ano após ano. À beira de um castelo medieval, você descobre não apenas um programa, mas um universo. Cultivamos a incerteza — a própria fonte da emoção. Cada edição revela um pouco mais. E obriga você a voltar...